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Boletins de Avaliação - Conferência Este

Por: Guilherme Silva (GuilhermeSilva8)

13-06-2019

Kyle Lowry (DET) continua a mostrar-se um dos melhores bases da liga, pelo menos em fases regulares.

Começa a ser um clássico do ChampNBA (e dos bons) quando Guilherme Silva nos brinda com os boletins de avaliação a meio da temporada. Todas as equipas são avaliadas consoante o trabalho desenvolvido e, também, os resultados conseguidos. Será que existem "A's" na conferência Este? É ler para perceber!

 

 

ATLANTA HAWKS (20-25) B

 

Pedro Lança chegou a meio do ano para mudar o futuro do amaldiçoado franchise de Atlanta, mas dadas as apostas até agora a nível de roster ainda não deverá ser este ano em que finalmente vemos os Hawks no playoff. A equipa liderada por De'Aaron Fox continua apostada em valorizar os seus jogadores, perceber quais podem fazer parte do futuro do franchise e libertar contratos pesados, para no próximo ano atacarem em força a Conferência, ou não fosse Pedro Lança a estar ao leme da equipa.

 

BOSTON CELTICS (27-13) B+

 

Depois de um FAP onde o alvo principal foi parar à capital, os Celtics tiveram que se reinventar. Com várias contratações de role players de qualidade, abdicaram de alguns deles e de LaMarcus Aldridge para fazer chegar um dos melhores do jogo - Kevin Durant - e tentar colocar em cheque o domínio dos Bulls na conferência. Falta profundidade ao roster, mas o 5 inicial é bastante forte e completo, e certamente as mudanças não ficarão por aqui. Até agora, o terceiro lugar da conferência parece excelente e a superar as expectativas da maioria da liga.

 

BROOKLYN NETS (18-24) B-

 

Mais uma equipa no limbo entre tentar ir ao playoff este ano ou assumir definitivamente a #MissãoDoncic. Os Nets já bateram algumas das equipas de topo da conferência, mas também já foram batidos por algumas das equipas mais acessíveis. Com Oladipo e Jaylen Brown a chegarem e a verem partir o seu líder, o foco da outra equipa de NY terá sempre que estar no futuro, se querem realmente intrometer-se num topo de conferência com cada vez mais candidatos.

 

CHARLOTTE HORNETS (26-14) B

 

Ano após ano o trabalho de Duarte Gomes vai levando estes Hornets a um patamar cada vez mais elevado. O 5 inicial é excelente, o banco vai-se arranjando, o problema tem sido obter resultados contra os adversários mais directos. Apontados quase unânimemente como o maior adversário ao domínio dos Bulls nesta conferência, não se pode dizer que os Hornets tenham cumprido as expectativas na sua totalidade até ao momento, mas bater esta equipa em 7 jogos parece realmente complicado.

 

 

CHICAGO BULLS (31-15) B

 

Estranhamente ou não, o topo da conferência não pertence aos Bulls a meio da temporada. Apontados ao redor da liga como os únicos que podem ameaçar a hegemonia dos Lakers, têm falhado em cumprir as expectativas até agora, mas o que não falta é tempo para inverter a tendência. E a tendência natural é os Bulls chegarem ao topo da conferência, mais cedo ou mais tarde.

 

CLEVELAND CAVALIERS (15-25) C+

 

Poucas coisas Renato Mendes pode controlar no futuro dos seus Cavs, visto que a pick mora em Sacramento, mas se há coisa que a equipa do Ohio tem sido é competitiva e um osso duro de roer, dentro das suas limitações. O roster talvez seja o mais limitado da liga (provavelmente apenas atrás de Milwaukee e Indiana), mas a vontade de ir vencendo jogos está acima de qualquer dificuldade, e nisso não se pode apontar nada aos Cavs.

 

DETROIT PISTONS (30-11) A

 

73% de vitórias, topo da conferência Este a meio da temporada. Quantos apostariam nisto depois da troca - amplamente criticada - de DeRozan por Isaiah Thomas? A verdade é que até ao momento Rui Louro provou ter razão, e os seus Pistons estão a carburar no topo da conferência, com apenas 11 derrotas até ao momento. Mais uma época notável de um dos melhores GMs do jogo, que contudo quererá fazer um brilharete também no playoff.

 

INDIANA PACERS (15-29) D

 

A pressa em querer despachar Kawhi Leonard a todo o custo revelou-se o que toda a gente esperava: mais uma época em que os Pacers se mostram totalmente incapazes de competir a alto nível. O retorno também pouco acrescenterá a nível de futuro, e construir à volta de nomes como Dillon Brooks, John Collins ou Terry Rozier parece realmente curto para se chegar ao topo. O futuro parece longe de ser brilhante para Indiana.

 

MIAMI HEAT (17-26) B-

 

Mais uma equipa herdada em más condições por um novo GM, que apesar de todas as controvérsias parece estar a fazer um trabalho digno até à data. Rudy Gobert e Zach LaVine são apostas de futuro (e bastante caras, diga-se), e os Heat não controlando a própria pick têm mais é que fazer-se à luta e tentar vencer jogos, algo que têm tentado fazer. Há muito por resolver no futuro, o caminho é longo mas parece acertado.

 

MILWAUKEE BUCKS (12-31) D-

 

Mais uma época em que os Bucks passam totalmente ao lado da competição. Depois de um FAP em que gastaram imenso dinheiro em Dwight Howard (e acabaram por trocar por Javale McGee, Beverley, Amir Johnson e uma pick), importa realçar que Bruno Santiago se recusou a gastar o seu dinheiro em Gordon Hayward (o asset que permitiu aos Raptors conseguirem... Kawhi Leonard) e preferiu antes as contratações de Lance Stephenson ou Jordan Clarkson. Mais uma equipa que a única esperança é mesmo a #MissãoDoncic.

 

NEW YORK KNICKS (20-24) B-

 

Se há algo em que o franchise de New York tem sido consistente é andar sempre no limbo da luta pelo último posto de acesso à postseason ou tankar. A verdade é que por muitas mudanças que sejam feitas a equipa não tem saído daqui, e depois de nomes como Klay Thompson, Jimmy Butler ou Jrue Holiday já não fazerem parte do roster, é tempo de Kemba Walker e Al Horford assumirem, e darem espectáculo no MSG. A classificação não o reflecte, mas estes Knicks são um dos mais sérios candidatos aos últimos lugares de playoff - para dificilmente não caírem na primeira ronda... algo que tem sido habitual.

 

ORLANDO MAGIC (23-18) A

 

Se no início da temporada alguém apostasse nos Orlando Magic para estarem no 5º lugar da conferência a meio do campeonato, talvez fosse chamado de louco. A verdade é que a equipa de Fábio Gonçalves tem competido a alto nível e tem-se revelado um osso dificílimo de roer. Com as recentes aquisições de Derrick Rose e Paul Millsap, estes Magic prometem ser um presente envenenado para quem apanharem na primeira ronda.

 

PHILADELPHIA 76ERS (18-19) C

 

Todos esperávamos um downgrade na performance dos 76ers este ano após a saída de Pedro Pardal, mas dificilmente a este nível. Um recorde negativo nesta fase do campeonato era quase impensável no início da época, mas os 76ers vêm de uma boa fase com três vitórias consecutivas que esperam que seja o ponto de viragem de um franchise que parece estar a atravessar uma crise de identidade.

 

 

TORONTO RAPTORS (22-18) B+

 

Finalmente temos os Raptors de volta à luta pela segunda ronda de playoff. Depois de uma offseason bastante positiva, durante a época assistimos à chegada de Kawhi Leonard e Andre Drummond ao Canadá, dois factores que Nikolaz espera que possam fazer a diferença quando realmente for a doer. Siakam e Mitchell parecem assegurar o futuro da equipa, mas há um presente que pode ser de sucesso a curto prazo... se ninguém quiser abdicar dele.

 

WASHINGTON WIZARDS (22-23) B-

 

A posição neste momento é de playoff, mas o recorde é negativo. No início da época os Wizards apontavam ao top4 do Este, mas esse parece bastante longe, e praticamente inalcançável. Provavelmente assistiremos a algumas mudanças no roster, que não parece estar ao nível de competir ao nível daquilo a que os Wizards se propuseram, apesar do playoff ser perfeitamente alcançável nesta fase.

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